Meu Passeio à Portugal.

Meus relatos sobre a minha viagem a Portugal.
Início no dia 26.05 e término em 08.06.2010.
Roteiro: Lisboa, Cascais, Vale de Sintra, Cabo de São Vicente, Sagres, Lagos, Albufeira, Faro, Évora, Porto, Braga, Guimarães, Peso da Régua, Lamego, Viseu, Coimbra, Fátima, Tomar, Batalha, Alcobaça, Nazaré, Caldas da Rainha, Óbidos, Lisboa.

sexta-feira, 7 de maio de 2010

Universidade de Coimbra.

A Universidade de Coimbra, sediada na cidade de Coimbra, é a mais antiga universidade portuguesa. A instituição, uma das maiores do país, remonta ao século seguinte ao da própria fundação da nação portuguesa, dado que foi criada no século XIII, em 1290, mais especificamente a 1 de Março, quando foi assinado em Leiria, por D. Dinis, o documento Scientiae thesaurus mirabilis, que criou a própria Universidade e pediu ao Papa a confirmação.
História.
A bula do Papa Nicolau IV, datada de 9 de Agosto de 1290, reconheceu o Estudo Geral, com as faculdades de Artes, Direito Canônico, Direito Civil e Medicina. Teologia foi reservada aos conventos Dominicanos e Franciscanos.A universidade, inicialmente instalada na zona do atual Largo do Carmo, em Lisboa, foi transferida para Coimbra, para o Paço Real da Alcáçova, em 1308. Em 1338 voltou para Lisboa, onde permaneceu até 1354, ano em que regressou para Coimbra. Ficou nesta cidade até 1377 e voltou de novo para Lisboa neste ano. Até 1537 permaneceu em Lisboa, data em que foi transferida definitivamente para Coimbra, por ordem de D. João III.
A Universidade recebeu os seus primeiros estatutos em 1309, com o nome Charta magna privilegiorum.
Os segundos estatutos foram outorgados no ano de 1431 (reinado de D. João I), com disposições sobre a frequência, exames, graus, propinas e ainda sobre o traje acadêmico. Já no reinado de D. Manuel I, em 1503, a Universidade recebeu os seus terceiros estatutos, desta vez com considerações sobre o reitor, disciplinas, salários dos mestres, provas acadêmicas e cerimônia do cato solene de doutoramento. Desde o reinado de D. Manuel I que todos os Reis de Portugal passaram a ter o título de «Protectores» da Universidade, podendo nomear os professores e emitir estatutos. O poder real (bastante mais centralizado a partir de D. João II) criava uma dependência da Universidade em relação ao Estado e à Política, pelo que a preponderância dos Estudos Jurídicos se estabeleceu em Portugal.
Continue a ler, vale a pena…
Fonte: Wikipédia

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