Meu Passeio à Portugal.

Meus relatos sobre a minha viagem a Portugal.
Início no dia 26.05 e término em 08.06.2010.
Roteiro: Lisboa, Cascais, Vale de Sintra, Cabo de São Vicente, Sagres, Lagos, Albufeira, Faro, Évora, Porto, Braga, Guimarães, Peso da Régua, Lamego, Viseu, Coimbra, Fátima, Tomar, Batalha, Alcobaça, Nazaré, Caldas da Rainha, Óbidos, Lisboa.

quarta-feira, 5 de maio de 2010

Praça da Ribeira – Porto.

A Praça da Ribeira é um largo histórico, localizado numa das zonas mais antigas e típicas da cidade do Porto, em Portugal.
Considerada uma das mais antigas praças da cidade, a Praça e o Cais da Ribeira já eram mencionados em cartas régias de 1389. De origem medieval, quando ali já existia uma grande actividade económica, devido à presença de um porto de rio, foi uma zona de intenso comércio, com tendas de venda e uma lota do peixe. Em 1491, houve um grande incêndio na zona, ao qual se sucedeu um processo de reconstrução, tendo-se optado por casas com colunas abertas sobre o rio e por lajear o piso da praça.
Situada num ponto fulcral para o desenvolvimento comercial, a Praça da Ribeira sempre mereceu a atenção das autoridades responsáveis pelo urbanismo e pela gestão da cidade, pelo que não podia passar desapercebida a João de Almada e Melo que, no século XVIII, a reformulou.Porto_Praça_Do_Ribeira
Originalmente o projeto contemplava uma praça retangular fechada a nascente, sul e poente e aberta a norte para as ruas de São João e dos Mercadores. Do lado do rio (sul), nas Muralhas Fernandinas seriam abertos arcos para permitirem o acesso fácil ao cais e à Ponte das Barcas.
O plano almadino apenas foi concretizado nas frentes norte — com a monumental Fonte da Praça da Ribeira — e poente. A sul, a muralha acabou por ser derrubada em 1821 e a nascente, as construções medievais sobrevivem até hoje.
Na década de 1980 foram feitas intervenções arqueológicas no local pondo a descoberto, no centro da praça, um chafariz do século XVII. Reconstruído no seu local de origem, o chafariz foi coroado por uma peça escultórica da autoria de José Rodrigues, conhecida vulgarmente por "Cubo da Ribeira".
A 24 de Junho de 2000 foi inaugurada, no nicho da Fonte da Praça da Ribeira, uma estátua de São João Baptista, da autoria do escultor João Cutileiro.
Atualmente a Praça da Ribeira é um lugar de visita indispensável a quem passa pela cidade, dispondo de muitos espaços de animação noturna, onde os jovens da cidade se encontram para longas noites de diversão.
Fonte: Wikipédia.
Foto: Panorâmio.

Sé do Porto

A Catedral (Sé) da cidade do Porto, situada no coração do centro histórico, é um dos seus principais e mais antigos monumentos.

O início da sua construção data da primeira metade do século XII, e prolongou-se até ao princípio do século XIII. Esse primeiro edifício, em estilo românico, sofreu muitas alterações ao longo dos séculos. Da época românica datam o caráter geral da fachada com as torres e a bela rosácea, além do corpo da igreja de três naves coberto por abóbada de canhão. A abóbada da nave central é sustentada por arcobotantes, sendo a Sé do Porto um dos primeiros edifícios portugueses em que se utilizou esse elemento arquitetônico.

Na época gótica construiu-se a capela funerária de João Gordo (cerca de 1333), cavaleiro da Ordem dos Hospitalários e colaborador de D. Dinis, sepultado em um túmulo com jacente. Também da época gótica data o claustro (séc XIV-XV), construído no reinado de D. João I. Este rei casou-se com D. Filipa de Lencastre na Sé do Porto em 1387.

O exterior da Sé foi muito modificado na época barroca. Cerca de 1772 construiu-se um novo portal em substituição ao românico original. As balaustradas e cúpulas das torres também são barrocas. Cerca de 1736, o arquiteto italiano Nicolau Nasoni adicionou uma bela galilé barroca à fachada lateral da Sé.

Fonte: Wikipédia.

Ponte Dom Luís I – Porto.

História

Na segunda metade do século XIX, o comércio progredia na cidade do Porto. As fábricas espalhavam-se por todo o bairro oriental da cidade, dito brasileiro. O tráfego para Gaia e Lisboa crescia a olhos vistos, e a bela Ponte Pênsil não chegava para uma circulação eficaz.Porto_Ponte_Dom_Luiz_III

Por proposta de Lei de 11 de Fevereiro de 1879, o Governo determinou a abertura de concurso para a “construção de uma ponte metálica sobre o rio Douro, no local que se julgar mais conveniente em frente da cidade do Porto, para a substituição da atual ponte pênsil”. após o governo não ter aceitado um projecto da firma G. Eiffel et Cie. que só contemplava um tabuleiro ao nível da ribeira, com sector levadiço na parte central. Um projecto que mereceu um Grande Prêmio na Exposição Universal de Paris de 1878, mas não servia para uma eficaz ligação entre os núcleos urbanos do Porto e Gaia. Por isso aquele concurso impôs como premissa necessária à concepção de uma ponte de dois tabuleiros.

Porto_Ponte_Dom_Luiz_I

   Apresentaram-se numerosos concorrentes: Société de Braine Leconte, Société des Batignolles (duas soluções), G. Eiffel et Cie., Auguste LeCoq. Andrew Handyside, Société de Willebroek (duas soluções) e John Wixon. Foi vencedora a proposta da empresa belga Société de Willebroeck, com projecto do Engenheiro Teófilo Seyrig, que já tinha sido o autor da concepção e chefe da equipa de projecto da Ponte D. Maria Pia. Teófilo Seyrig, enquanto sócio de Gustave Eiffel, assina como único responsável a nova e grandiosa Ponte Luís I. A construção inicia-se em 1881 e a inauguração acontece a 31 de Outubro de 1886.

A estrutura da nova ponte, verdadeira filigrana de ferro que passou a ser, juntamente com a Torre dos Clérigos, o ex-libris por excelência do Porto, pesava no seu conjunto 3.045 toneladas. A ponte ficou iluminada por meio de artísticos candeeiros de gás, 24 no tabuleiro superior, 8 no inferior e 8 nos encontros.

Atualmente o seu tabuleiro superior serve a Linha D do Metro do Porto e o tabuleiro inferior para peões e veículos automóveis.

Fonte: Wikipédia.

Fotos: Panorâmio.

Mosteiro da Serra do Pilar – Porto.

O Mosteiro da Serra do Pilar é um monumento histórico de Gaia.

O projecto inicial teve a direcção de Diogo de Castilho e João de Ruão, e o inicio da sua construção deu-se em 1538, tendo terminado em 1670, com a conclusão da igreja de Nossa Senhora do Pilar. No inicio, por ordem do Rei D. João III, o Reformador de Santa Cruz de Coimbra e o Prior-Mor D. Bento de Abrantes, o mosteiro foi criado com o intuito e albergar os Frades Agostinhos do Mosteiro de GrijóPorto_Mosteiro_Serra_do_Pilar

Mais tarde, durante a Guerra Civil de 1832-1834, o exercito liberal instalou-se no mosteiro, defendendo as suas tropas que se encontravam sitiadas na cidade do Porto. Fruto da violência da guerra, e dos ataques constantes que sofreu, o mosteiro ficou num estado deplorável de ruína e abandono, até que em 1834, com a criação da Real Irmandade de Nossa Senhora do Pilar,e posteriormente do Grupo de Amigos do Mosteiro da Serra do Pilar, em 1925, forma recuperando o conjunto museológico.

Fonte: Wikipédia.

Funicular dos Guindais – Porto.

O Funicular dos Guindais é uma ferrovia ligeira que se localiza na cidade do Porto, em Portugal, e liga a Praça da Batalha à Praça da Ribeira (Av. Gustave Eiffel).

História.

O funicular original, projetado por Raul Mesnier, foi inaugurado em 4 de Junho de 1891, e fechou dois anos depois devido a um grave acidente em 5 de Junho de 1893. Foi totalmente reprojetado pelo mesmo engenheiro, na tentativa de o repor em funcionamento, o que nunca chegou a acontecer.

Porto_Funicular_Dos_Guindais

No âmbito do empreendimento PORTO 2001 / Capital Européia de Cultura, foi a idéia aproveitada e projetado para o mesmo local um novo funicular. Do equipamento original praticamente não foram encontrados vestígios.

A concretização foi da responsabilidade do Arq.º Adalberto Dias e da empresa POMA detentora da tecnologia, para além de outros projetistas e empreiteiro geral.

Assim, um século depois, um moderno funicular abriu a 19 de Fevereiro de 2004. É operado pelo Metro do Porto. Para viajar é necessário de um título Andante Z2.

Mais de que um simples meio de transporte, o funicular dos Guindais significa uma excelente oportunidade de fazer um passeio turístico entre duas zonas monumentais da cidade Invicta.

Fonte: Wikipédia.

Muralhas Fernandinas – Porto.

Muralhas Fernandinas é o nome pela qual ficou conhecida a cintura medieval de muralhas do Porto, em Portugal, da qual somente pequenas partes sobreviveram até aos nossos dias.

Cerca Nova e Muralha Gótica são outras designações que se aplicam às Muralhas Fernandinas mas que, apesar de cientificamente mais corretas, são menos correntes.

História

Durante o século XIV, o Porto teve uma grande expansão urbana para fora do seu núcleo inicial do morro da Pena Ventosa, em torno da sé, protegido pela Cerca Velha, construída em cima do muro original romano. Este surto de povoamento foi particularmente notável na margem ribeirinha do Douro, refletindo a crescente importância das atividades comerciais e marítimas.

Porto_Muralhas_Fernandinas

A cidade sente, assim, necessidade de um espaço amuralhado mais vasto que o da Cerca Velha. Os primeiros a apresentarem essa reivindicação foram burgueses com casas e negócios extramuros e portanto menos protegidos.

Em meados desse século, ainda no tempo de D. Afonso IV, começou a ser construída uma nova cintura de muralhas que ficou praticamente concluída por volta de 1370. O facto da obra só ter sido concluída no reinado de D. Fernando, explica o facto dela ser correntemente designada por "Muralha Fernandina".

Passada a sua importância militar, as muralhas começaram a ser progressivamente demolidas a partir da segunda metade do século XVIII para dar lugar a novos arruamentos, praças e edifícios. A maioria da muralha foi demolida já em finais do século XIX. Os troços sobreviventes das Muralhas Fernandinas foram classificados como "monumentos nacionais" em 1926.

Fonte: Wikipédia.

Ponte do Infante - Porto

A Ponte do Infante é uma ponte rodoviária que liga Vila Nova de Gaia ao Porto, sobre o rio Douro, em Portugal.

Batizada em honra do Infante D. Henrique, nascido no Porto, é a mais recente e, segundo muitos, a mais esbelta ponte que liga Porto e Gaia. Foi construída para substituir o tabuleiro superior da Ponte Luís I, entretanto convertida para uso da "Linha Amarela" (Hospital de São João/D.João II) do Metro do Porto.

Foi construída pouco a montante da Ponte Dom Luís I, em plena zona histórica, ligando as Fontainhas (Porto) à Serra do Pilar (Vila Nova de Gaia).

O engenheiro António Adão da Fonseca, juntamente com a sua equipa, foi o responsável pelo projeto desta ponte de 371 metros de extensão e 20 metros de largura, com duas vias de rodagem em cada sentido. Tem um separador central com 1 m de largura e passeios laterais de 3 m com guarda de segurança e guarda corpos. A iluminação está colocada à cota baixa, permitindo uma perfeita iluminação da via, sem sombras.

Dotada de um arco em betão armado de 280 metros, a nova travessia demorou 27 meses a ser construída e implicou um investimento de 14 milhões de euros.

A ponte é constituída por uma viga caixão com 4,5 m de altura apoiada num arco flexível com 1,50 m de espessura. Trata-se de uma ponte à cota alta com uma extensão de 371 m e 20 m de largura no tabuleiro. Apresenta uma solução de arco semelhante à adaptada pelo engenheiro suíço Robert Maillart nas suas pontes alpinas, com uma flecha entre os fechos e o arranque do arco de 25 m para um vão de arco com 280 m (relação vão/flecha de 11,2), o que, como já vem sendo tradição nas pontes entre o Porto e Gaia, constituiu um recorde mundial nesta tipologia de pontes e serviu de referência a inúmeras pontes posteriormente construídas.

Fonte: Wikipédia

Convento dos Grilos.

A Igreja e Colégio de São Lourenço, popularmente conhecida pela Igreja dos Grilos, é um conjunto de edifícios religiosos na cidade do Porto, em Portugal.

Construídos pelos jesuítas em 1577 em estilo maneirista barroco-jesuítico, financiados por doações de fiéis, assim como de Frei Luís Álvaro de Távora, aqui sepultado, a Igreja e o Convento de São Lourenço foram erguidos com forte oposição da câmara e da população. No entanto, os seguidores de Santo Inácio de Loyola acabaram por conseguir fundar o tão ambicionado colégio com aulas gratuitas, o que conquistou rapidamente um notável êxito.OLYMPUS DIGITAL CAMERA

A oposição da população não era dirigida aos jesuítas, mas ao colégio que pretendiam instituir devido aos privilégios que os cidadãos tinham que impediam a permanência de nobres e fidalgos dentro da cidade, por um período superior a três dias. Assim sendo o colégio que seria construído, chamaria filhos de nobre e fidalgos que obrigatoriamente teriam de residir na cidade, mas através de algumas artimanhas dos religiosos a oposição dos burgueses foi ultrapassada.

Com a expulsão dos jesuítas em 1759, por ordem do Marquês de Pombal, a igreja foi doada à Universidade de Coimbra até a sua compra pelos Frades Descalços de Santo Agostinho que ali ficaram de 1780 a 1832. Estes frades vieram de Espanha em 1663, instalando-se inicialmente em Lisboa, no sítio do Grilo, onde rapidamente ganharam a simpatia da povoação, ganhando o nome de "frades-grilos", dando assim o nome a igreja onde estiveram no Porto.

Durante o Cerco do Porto, os frades viram-se obrigados a abandonar o convento, tendo este sido ocupado pelas tropas liberais de D. Pedro. O Batalhão Acadêmico, integrando Almeida Garrett, instalou-se lá. Hoje o conjunto é pertencente ao Seminário Maior que o ocupa desde 1834.

Fonte: Wikipédia

Évora – Portugal.

Évora é uma cidade portuguesa, capital do Distrito de Évora, e situada na região Alentejo e sub-região do Alentejo Central, com uma população de cerca de 41 159 habitantes.

É sede de um dos maiores municípios de Portugal, com 1307,04 km² de área e 54.780 habitantes (2008), subdividido em 19 freguesias. O município é limitado a norte pelo município de Arraiolos, a nordeste por Estremoz, a leste pelo Redondo, a sueste por Reguengos de Monsaraz, a sul por Portel, a sudoeste por Viana do Alentejo e a oeste por Montemor-o-Novo. É sede de distrito e de antiga diocese, sendo metrópole eclesiástica (Arquidiocese de Évora).

Fonte: Wikipédia.

Fotos: Panorâmio.

Algarve – Portugal.

O Algarve constitui uma das regiões turísticas mais importantes de Portugal e da Europa. O seu clima temperado mediterrânico, caracterizado por Invernos amenos e curtos e Verões longos, quentes e secos, as águas tépidas e calmas que banham a sua costa sul, as suas paisagens naturais, o patrimônio histórico e etnográfico ou a sua deliciosa e saudável gastronomia são atributos que atraem milhões de turistas nacionais e estrangeiros todos os anos e que fazem do Algarve uma das províncias mais ricas e desenvolvidas do país.

Durante séculos, foi ponto de passagem para vários povos, incluindo os Tartessos, Fenícios, Gregos e Cartagineses. Fez parte do vasto Império Romano, ostentando cidades relevantes como Balsa e Ossónoba, e durante cerca de cinco século esteve sob o domínio dos povos islâmicos, atingindo um elevado esplendor cultural e econômico. Terminada a conquista da região durante o reinado de D. Afonso III, o antigo Al-Gharb mourisco foi incluído no reino cristão mais ocidental da Península Ibérica, entrando numa certa decadência que seria interrompida já no século XV pela odisséia da exploração da costa africana e da conquista das praças marroquinas, sob o comando do Infante D. Henrique. Com o fim da presença lusitana nas praças africanas, a região entrou novamente numa certa decadência, acentuada pela destruição imposta pelo terramoto de 1 de Novembro de 1755. Posteriormente, o Algarve iniciou o século XX como uma região rural, periférica, com uma economia baseada na cultura de frutos secos, na pesca e na indústria conserveira. Contudo, a partir dos anos 60, dá-se a explosão da indústria do turismo, mudando assim por completo a sua estrutura social e econômica.

Desde os alvores do reino, constituiu uma região bem delimitada e individualizada, não só em termos geográficos mas também do ponto de vista indenitário, com características históricas, climáticas, etnográficas, arquitetônicas, gastronômicas e econômicas muito próprias.

Atualmente, o turismo constitui o motor econômico do Algarve. A antiga província tradicional possui algumas das melhores praias do Sul da Europa, e condições excepcionais para a prática de atividades e desportos ao ar livre.

Fonte: Wikipédia.

Fotos: Panorâmio.

Carvoeiro (Lagoa).

História

Com uma história antiga, esta pitoresca povoação de pescadores tem crescido nos últimos anos como centro nevrálgico do turismo neste conselho. Situada a cerca de 5 km da cidade de Lagoa, Carvoeiro oferece um conjunto de pequenas praias recortadas pelas arribas rochosas, com águas límpidas e areias finas, formando locais paradisíacos de veraneio que se tornam adequados ao turismo residencial que tem despontado nos últimos tempos.
Na verdade, já desde tempos imemoriais que Carvoeiro foi alvo de várias atenções civilizacionais. Neste magnífico trecho da costa algarvia, onde a Natureza fez prodígios, o mar foi última morada para romanos, vítimas de batalhas navais e tempestades, cujos vestígios encontrados (um cepo romano e uma âncora) nos comprovam a sua presença.
Hotel Ninho das Gaivotas.
Como consequência dos frequentes assaltos de pirataria, várias batalhas foram travadas ao longo da costa, nomeadamente a batalha ocorrida em 1544 entre a esquadra de D. Pedro da Cunha e o Corsário Turco Xarramet.
Segundo fontes históricas, o atual topônimo da vila teria derivado do vocábulo “Caboiere”, antigo lugarejo de pescadores de origem árabe-medieval, que resistindo aos sinais do tempo, conseguiu vingar.
A pesca, foi, desde tempos longínquos, o sustento e o ganha pão destas paragens solitárias.
À semelhança do que aconteceu com outras freguesias do concelho, Carvoeiro também acompanhou a expansão da Indústria Conserveira, responsável pela geração de inúmeros postos de trabalho e riqueza, enquanto laborou em pleno.
Porém, a partir da década de 60, as excelentes condições naturais, permitiram o surto turístico e concomitantemente o desenvolvimento de outras atividades a ele afetas.
As paragens solitárias tornaram-se buliçosas, atrativas, cheias de gente dos mais variados países que em férias ou em negócios vão afluindo cada vez em maior número.
Carvoeiro representa uma opção particularmente atrativa no que se refere à prática do turismo de “Sol e Praia”, golfe e desportos náuticos. O recorte da costa, a qualidade das águas, a amenidade climática, a notoriedade dos campos de golfe, as acessibilidades e infra estruturas criadas e a correta ocupação do solo em termos de ordenamento, conferem a Carvoeiro as condições necessárias para que se afirme como um dos destinos de qualidade no concelho, procurado por turistas nacionais e estrangeiros.
O sítio do Algar Seco é um verdadeiro ex-líbris desta freguesia, pelo conjunto harmonioso das suas rochas que formam autênticas varandas e janelas naturais sobre o mar.
Caminhar junto ao mar é dos passeios mais belos que se pode aconselhar a quem visita Carvoeiro descobrindo não só a beleza das praias mas apreciando também os testemunhos que a história deixou no seu patrimônio arquitetônico, um portal da antiga fortaleza, obra mandada edificar no ano de 1670 e a Ermida de Nª Sra. da Encarnação, uma capela sobranceira ao mar e que se supõe de construção anterior à edificação da fortaleza.
Fonte: Wikipédia.
Foto: Panorâmio.
Relacionamento: Albufeira.

Palácio de Dom Manuel – Évora.

O Palácio de Dom Manuel, sito em Évora, Portugal, outrora conhecido por Paço Real de São Francisco foi mandado construir por D. Afonso V, que desejava ter na cidade um paço real fora do castelo para se instalar. O paço, habitado por vários monarcas portugueses, entre os quais D. Manuel I, D. João III e D. Sebastião, perdeu-se definitivamente no ano de 1895, tendo sido mandado destruir em 1619, aquando da visita de Filipe III ao país, que mandou destruir o palácio em prol da comunidade.

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O paço era, segundo crônicas da altura, um dos edifícios mais notáveis do reino, tendo como principais construções o claustro da renascença, a Sala da Rainha, o refeitório e a biblioteca régia, sendo esta uma das primeiras do país.

 Fonte: Wikipédia.

Fotos: Panorâmio

Capela dos Ossos – Évora.

A Capela dos Ossos é um dos mais conhecidos monumentos de Évora, em Portugal. Está situada na Igreja de São Francisco. Foi construída no século XVII por iniciativa de três monges que, dentro do espírito da altura (contra-reforma religiosa, de acordo com as normativas do Concílio de Trento), pretendeu transmitir a mensagem da transitoriedade da vida, tal como se depreende do célebre aviso à entrada: "Nós ossos que aqui estamos pelos vossos esperamos". A capela, construída no local do primitivo dormitório fradesco é formada por 3 naves de 18,70m de comprimento e 11m de largura, entrando a luz por três pequenas frestas do lado esquerdo.
  Evora_Capela_Ossos_IV Evora_Capela_Ossos Evora_Capela_Ossos_III
As suas paredes e os oito pilares estão "decorados" com ossos e caveiras ligados por cimento pardo. As abóbadas são de tijolo rebocado a branco, pintadas com motivos alegóricos à morte. É um monumento de uma arquitetura penitencial de arcarias ornamentadas com filas de caveiras, cornijas e naves brancas. Foi calculado à volta de 5000, provenientes dos cemitérios, situados em igrejas e conventos da cidade. A capela era dedicada ao Senhor dos Passos, imagem conhecida na cidade como Senhor Jesus da Casa dos Ossos, que impressiona pela expressividade com que representa o sofrimento de Cristo, na sua caminhada com a cruz até ao calvário. Evora_Capela_Ossos_II
 
Poema sobre as caveiras
“As caveiras descarnadas
São a minha companhia,
Trago-as de noite e de dia
Na memória retratadas
Muitas foram respeitadas
No mundo por seus talentos,
E outros vãos ornamentos,
Que serviram à vaidade,
E talvez...na eternidade
Sejam causa de seus tormentos.”


Fonte: Wikipédia.
Fotos: Panorâmio.

Porto - Portugal

O Porto é um município português de 41,66 km² de área onde residem 216 080 habitantes (Portuenses) (2008). A cidade metrópole formada por municípios adjacentes que formam entre si um único aglomerado urbano conta com cerca de 1 200 000 habitantes.Porto_Brasão Além disto, é o centro de uma grande área metropolitana com cerca de 1,7 milhões de habitantes e de uma região com mais de 4,5 milhões de habitantes.

A cidade do Porto é conhecida como a Cidade Invicta. É a cidade que deu o nome a Portugal – desde muito cedo (c. 200 a.C.), quando se designava de Portus Cale, vindo mais tarde a tornar-se a capital do Condado Portucalense, ou Condado de Portucale(condado que deu o nome a Portugal). É ainda uma cidade conhecida mundialmente pelo seu vinho, o seu centro histórico, catalogado como Patrimônio Mundial pela UNESCO, pela Casa da Música e pelo seu clube de futebol Futebol Clube do Porto.

Desde os fins da Idade do Bronze que o espaço hoje ocupado pela cidade do Porto tem sido quase ininterruptamente povoado. Ao longo deste tempo, e muito particularmente nos últimos mil anos, este pequeno pedaço de território e as suas gentes tiveram um papel primordial e único na história de Portugal.Porto_Navios_Rio_Douro

Daqui Portugal foi buscar o nome. Daqui se saiu para conquistar Lisboa aos mouros. Aqui o português João e a inglesa Filipa contraíram matrimônio e nasceu o Infante, patrono dos descobrimentos. Aqui se doou a carne e se comeram as rezes para que o império se fizesse. Daqui se exportou o generoso vinho que tornou a cidade mundialmente famosa. Por entre trincheiras e paliçadas, aqui se defendeu a liberdade do liberalismo contra a tirania miguelista, se ganhou o coração do rei-imperador e o título de Invicta. Aqui se morreu pela implantação do regime republicano, no 31 de Janeiro. E aqui se manteve o norte naquele verão quente de 1975, quando todos pareciam desnorteados…

Movimento de navios no rio Douro em 1835.

Fonte: Wikipédia.

Palácio de Cristal - Porto

O Palácio de Cristal (1865 — 1951) foi um edifício que existiu no antigo campo da Torre da Marca, na freguesia de Massarelos, na cidade do Porto, em Portugal. Inaugurado em 1865, o Palácio de Cristal original acabou por ser demolido em 1951 para dar lugar ao Pavilhão dos Desportos, hoje Pavilhão Rosa Mota.


O Palácio de Cristal, demolido em 1951

O Palácio de Cristal, da autoria do arquiteto inglês Thomas Dillen Jones, foi construído em granito, ferro e vidro, tendo o Crystal Palace londrino por modelo. Media 150 metros de comprimento por 72 metros de largura e era dividido em três naves.
Porto_Palácio_Cristal_Novo

Fonte: Wikipédia
Fotos: Panorâmio.
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