Meu Passeio à Portugal.

Meus relatos sobre a minha viagem a Portugal.
Início no dia 26.05 e término em 08.06.2010.
Roteiro: Lisboa, Cascais, Vale de Sintra, Cabo de São Vicente, Sagres, Lagos, Albufeira, Faro, Évora, Porto, Braga, Guimarães, Peso da Régua, Lamego, Viseu, Coimbra, Fátima, Tomar, Batalha, Alcobaça, Nazaré, Caldas da Rainha, Óbidos, Lisboa.

segunda-feira, 17 de maio de 2010

Castelo de Santa Maria da Feira.

O Castelo da Feira, também denominado como Castelo de Santa Maria ou Castelo de Santa Maria da Feira, localiza-se na cidade e freguesia da Feira, Concelho de Santa Maria da Feira, Distrito de Aveiro, em Portugal.

Outrora cabeça da Terra de Faria, ex-libris de Santa Maria da Feira, é considerado como um dos exemplos mais completos da arquitetura militar medieval portuguesa, uma vez que nele se encontra representada a vasta gama de elementos defensivos empregados no período.

História.

Embora a primitiva ocupação humana do seu sítio remonte à pré-história, adquiriu maior relevância quando os Lusitanos aqui ergueram um templo em honra da divindade Bandeve-Lugo Tueræus. Após a Invasão romana da Península Ibérica, por aqui passava a estrada que unia Olissipo (Lisboa) a Bracara Augusta (Braga), conforme os testemunhos arqueológicos que remetem esta ocupação ao período do Baixo-Império.

Vale a pena continuar lendo.

Fonte: Wikipédia.

Fotos: Panorâmio.

Santa Maria da Feira.

Santa Maria da Feira é uma cidade portuguesa da Grande Área Metropolitana do Porto, situada na região Norte e sub-região de Entre Douro e Vouga, com cerca de 11 040 habitantes.

É sede de um município com 213,45 km² de área e 147 406 habitantes (2008), subdividido em 31 freguesias. O município é limitado a norte pelos municípios de Vila Nova de Gaia e de Gondomar, a leste por Arouca, a sueste por Oliveira de Azeméis e São João da Madeira, a sul e a oeste por Ovar e a oeste por Espinho. O município de Santa Maria da Feira inclui 3 três cidades (Fiães, Lourosa e Santa Maria da Feira) e diversas vilas (atualmente 13, entre as quais a destacar: Argoncilhe, Arrifana, Lobão, Mozelos, Nogueira da Regedoura, Paços de Brandão, Rio Meão, São João de Vêr, São Miguel do Souto, São Paio de Oleiros e Santa Maria de Lamas).

Santa_Maria_Da_Feira_Brasão

História.

A Terra de Santa Maria, situada no cruzamento dos eixos Norte-Sul e Litoral-Interior dispõe de um posicionamento geográfico que, desde épocas remotas, fez desta região local de encontro e de passagem de muitos povos. Comprovam-no a existência das vias romanas que ligavam Lisboa a Braga (marco milenário encontrado em Ul) e o Porto a Viseu. Estas vias de comunicação continuaram a ser utilizadas durante toda a Idade Media e até ao século passado.

Após a reconquista, com base na antiga divisão administrativa dos conventos, três pólos de desenvolvimento se evidenciaram na região: O Mosteiro de Cucujães, o Mosteiro de Arouca e o Castelo da Feira.

O Castelo da Feira, sendo um local de pagamento de tributo era local privilegiado de comércio de produtos vários, pelo que em seu redor se foi instalando a população, dando origem à atual cidade de Santa Maria da Feira.

O povoamento da Terra de Santa Maria é já muito antigo, como o atestam a presença de vários monumentos funerários (mamoas), que remontam ao IV-V milênio antes de Cristo, bem como castros (povoações fortificadas) pré-romanos ou romanizados. O império trouxe as vias romanas, por necessidades militares ou comerciais e são ainda visíveis vários traços de vias e pontes dessa época, muitos dos quais ainda bem conservados.

Da Idade Média ficaram-nos testemunhos da arquitetura militar, de que o Castelo da Feira será o mais imponente e representativo. Mas é na arquitetura religiosa que a monumentalidade atinge a sua máxima expressão: conventos, igrejas e cruzeiros — do românico ao barroco — são muitas vezes o espelho do passar do tempo, através de intervenções sofridas em épocas variadas.

Até à sua elevação a cidade em 14 de Agosto de 1985, era conhecida como Vila da Feira.

É aqui, mais concretamente na freguesia de Espargo, que se localiza o maior e mais moderno centro de congressos do país, o Europarque, e um centro de ciência, o Visionarium, ambos pertencentes à Associação Empresarial de Portugal. Prepara-se neste momento o projeto de ampliação do Europarque, com vista à recepção de vários serviços na zona envolvente ao atual complexo.

Fonte: Wikipédia.

quarta-feira, 12 de maio de 2010

Sete Maravilhas de Portugal.

A escolha das Sete Maravilhas de Portugal foi uma iniciativa apoiada pelo Ministério da Cultura de Portugal e organizada pelo consórcio composto por Y&R Brands S.A. e Realizar S.A.que visou eleger os sete monumentos mais relevantes do patrimônio português.

A escolha foi baseada em 793 monumentos nacionais classificados pelo IPPAR, à qual foi feita uma primeira seleção, realizada por peritos e da qual resultou uma lista de setenta e sete monumentos. Seguidamente foi feita uma nova escolha, realizada por um Conselho de Notáveis composto por personalidades de diversos quadrantes de onde saíram os vinte e um monumentos finalistas.

A partir de 7 de Dezembro de 2006 e durante sete meses, foi disponibilizada, via internet, telefone e sms, entre outros meios, a votação que viria a eleger os sete monumentos preferidos dos portugueses.

No dia 7 de Julho de 2007 foi feita a divulgação da Declaração Universal das novas sete maravilhas do mundo, tendo como palco o estádio do Sport Lisboa e Benfica em Lisboa onde foram apresentadas também as Sete Maravilhas de Portugal.

Fonte: Wikipédia.

segunda-feira, 10 de maio de 2010

Caldas da Rainha – Portugal.

Caldas da Rainha é uma cidade portuguesa situada no distrito de Leiria, região Centro e sub-região do Oeste, com cerca de 25 300 habitantes.

A cidade, além de ser a sede de um município, está dividida entre duas freguesias, a de Nossa Senhora do Pópulo e a de Santo Onofre com 255,72 km² de área e 52 823 habitantes (2008). Estando subdividido em 16 freguesias, o município é limitado a nordeste pelo município de Alcobaça, a leste por Rio Maior, a sul pelo Cadaval, a oeste pelo Bombarral e por Óbidos e a noroeste pelo Oceano Atlântico.

Na Praça da República (conhecida popularmente como "Praça da Fruta") realiza-se todos os dias, da parte da manhã, ao ar livre, o único mercado diário horto-frutícola do país, praticamente inalterável desde o final do século XIX.

Ainda hoje as Caldas da Rainha mantêm como armas, o brasão da Rainha D. Leonor, ladeado à esquerda pelo seu próprio emblema (o camaroeiro) e à direita pelo emblema de D. João II (o pelicano). Ao manter estas armas, a cidade é das poucas povoações do país a possuir um brasão anterior à normalização da heráldica municipal levada a cabo no princípio do século XX.

História.

Pensa-se que, em 1484, durante uma viagem de Óbidos à Batalha, a Rainha Leonor de Viseu (mais conhecida na região como Rainha D. Leonor), mulher do rei D. João II, e a sua corte, tenham passado por um local onde várias pessoas se banhavam em águas de cheiro intenso. A rainha perguntou-lhes porque o faziam, pois naquele tempo não era normal as pessoas tomarem banho, muito menos em águas com cheiro pouco agradável, ao que responderam que eram doentes e que aquelas águas possuíam poderes curativos. A rainha quis comprovar se assim era e banhou-se naquelas águas, pois também ela era doente (não existe concordância em relação a este aspecto: alguns autores dizem que a rainha padecia de uma úlcera no peito, outros que tinha problemas de pele e outros ainda que tinha simplesmente uma ferida no braço). Conta a lenda que se curou e que no ano seguinte mandou construir naquele lugar um hospital termal para todos aqueles que nele se quisessem tratar.

Naquele local a rainha fundou uma pequena povoação com 30 moradores, dando-lhes benefícios como não terem de pagar os seguintes impostos: jugada (antigo tributo que recaía em terras lavradias), oitavos, siza e portagem, que também se estendiam aos mercadores que viessem de fora para comprar ou vender.

O desenvolvimento das Caldas da Rainha iniciou-se com D. Afonso V, que reconstruiu e ampliou o hospital. Durante treze anos, até ao fim da sua vida, ele, a família real e o resto da corte usufruíram das águas termais, anualmente, o que permitiu à vila desenvolver-se.

Caldas da Rainha atingiu o estatuto de vila em 1511 e de cidade em 1927.

Fonte: Wikipédia.

Óbidos - Portugal.

Óbidos é uma vila portuguesa no distrito de Leiria, região Centro e sub-região do Oeste fazendo parte da Região de Turismo do Oeste, com cerca de 3 100 habitantes.

É sede de um município com 142,17 km² de área e 10 875 habitantes (2001), subdividido em 9 freguesias. O município é limitado a nordeste e leste pelo município das Caldas da Rainha, a sul pelo Bombarral, a sudoeste pela Lourinhã, a oeste por Peniche e a noroeste tem costa no oceano Atlântico.

Ao contrário do que se possa pensar, o nome Óbidos não deriva da parônima óbitos, mas sim do termo latino oppidum, significando «cidadela», «cidade fortificada». Nas suas proximidades ergue-se a povoação romana de Eburobrittium.

Terá sido tomada aos Mouros em 1148, e recebido a primeira carta de foral em 1195, sob o reinado de D. Sancho I. Óbidos fez parte do dote de inúmeras rainhas de Portugal, designadamente Urraca de Castela (esposa de D. Afonso II), Rainha Santa Isabel (esposa de D. Dinis), Filipa de Lencastre (esposa de D. João I), Leonor de Aragão (esposa de D. Duarte), Leonor de Portugal (esposa de D. João II), entre outras.

Em 1527, viviam 161 habitantes na vila, o que corresponderia a cerca de 1/10 da população do município. A área amuralhada era já nessa época idêntica à atual, ou seja, 14,5 ha.

Foi de Óbidos que nasceu o concelho das Caldas da Rainha, anteriormente chamado de Caldas de Óbidos (a mudança do determinativo ficou a dever-se às temporadas que aí passou a rainha D. Leonor).

A 16 de Fevereiro de 2007, o castelo da cidade recebeu o diploma de candidata como uma das sete maravilhas de Portugal.

Fonte: Wikipédia.

Fotos: Panorâmio.

Elevador da Nazaré.

    O Elevador da Nazaré é um funicular localizado na Nazaré, em Portugal. É explorado pela Câmara Municipal da Nazaré e liga o centro da vila ao ”sítio”. É um dos transportes deste tipo com maior tráfego em Portugal, atingindo um milhão de passageiros por ano.

    Nazaré_Funicular

    História.

    O elevador foi construído no ano de 1889, com projeto de Raul Mesnier. Originalmente funcionava a vapor. Em 1963 sofreu um acidente de que resultaram dois mortos. Esteve parado cinco anos e reabriu em 1968, funcionando a eletricidade. Em 2002 foi objeto de uma remodelação profunda.

    Características.

    • Distância: 318 metros (50 em túnel).

    • Inclinação: 42%.

Fonte: Wikipédia.

Hotel Praia – Nazaré.

Localizado no centro da Nazaré, a 2 minutos da Praia, o Hotel Praia constitui uma oferta única na Nazaré, com uma decoração ligada à temática marítima.
Caracterizado por um ambiente moderno, descontraído e de design, o Hotel Praia de 4 estrelas reúne as condições ideais para uma estadia inesquecível em trabalho, fim-de-semana ou férias.
O Hotel Praia dispõe de 80 quartos, incluindo 4 suites duplex com Kitchenette, onde o conforto se alia a vistas magníficas sobre a praia, o mar e o promontório.
O Hotel dispõe de restaurante, lobby, bar, lounge/esplanada, piscina aquecida coberta e descoberta, jacuzzi, sauna, ginásio, terraço panorâmico sobre toda a Nazaré.
Dispõe ainda de salas com ótimas condições para a realização de reuniões e eventos de empresas ou familiares, com capacidade desde 20 até 180 pessoas.
Alojamento e acesso para pessoas com mobilidade reduzida.
Garagem com acesso direto aos quartos.

Nazaré_Hotel_Praia

Localização

O concelho da Nazaré localiza-se no distrito de Leiria, junto ao Atlântico, em plena região estremenha. Situado a cerca de uma hora da capital de Portugal, Lisboa, e a duas horas do Porto, o município da Nazaré está hoje servido por importantes vias de comunicação, que colocam esta região a poucas horas de distância de todos os pontos do interior do País e, também, de Espanha.
O concelho da Nazaré é atravessado pela A8 (Lisboa-Leiria), sendo servido pelo nó de Valado dos Frades, a cinco quilômetros da sede concelhia; e situa-se a curta distância da A1 (nó de Leiria) e da A15, que liga a A8 ao interior do País.
Para quem preferir os transportes coletivos, poderá chegar à Nazaré via autocarro (a gare situa-se em pleno centro da vila) ou via comboio, na Linha do Oeste, na estação de Valado dos Frades.
Aos visitantes, o concelho da Nazaré oferece um clima ameno durante todo o ano, uma beleza natural ímpar, patrimônio histórico e monumental de grande valor, tradições genuínas, boa gastronomia e gentes hospitaleiras que preservam as suas raízes.

Fonte: Hotel Praia.

Santuário de Nossa Senhora da Nazaré.

O Santuário de Nossa Senhora da Nazaré fica situado no Sítio da Nazaré, um bairro da Vila da Nazaré, em Portugal. No seu interior, guarda-se a Sagrada imagem de Nossa Senhora da Nazaré, uma Virgem Negra, esculpida em madeira, trazida de Mérida para este Sítio, no ano de 711. A esta imagem mariana está ligada a Lenda da Nazaré.

No Sítio existem ainda os três santuários onde se venerou, e venera, a imagem desde que esta ali chegou no ano de 711, levada por frei Romano, monge do convento de Cauliniana. Após a derrota do exército cristão na batalha de Guadalete, o monge fugiu dos invasores muçulmanos, na companhia de Rodrigo, o último rei visigodo. A escolha do destino, no litoral Atlântico, advém porventura da existência nas proximidades de um mosteiro visigótico, do qual subsiste a igreja de São Gião, classificada como Monumento Nacional em 1986.

O primeiro santuário neste Sítio é uma pequena gruta junto à arriba, a cento e dez metros acima da praia oceânica, onde a imagem foi colocada por frei Romano sobre um altar. Este santuário (erigido provavelmente na época pré-histórica) serviu-lhe de eremitério no qual viveu até à sua morte. Conforme a sua vontade foi sepultado pelo rei Rodrigo no solo da gruta. O rei também se tornara eremita e habitava ali próximo, no Monte de São Bartolomeu; após a morte do monge partiu para os arredores de Viseu onde terminou os seus dias como ermitão. A imagem de Nossa Senhora da Nazaré conservou-se neste santuário de 716 a 1182.

O segundo santuário construído sobre a gruta, em 1182, por iniciativa de D. Fuas Roupinho, é um pequeno edifício de planta quadrada, com abóbada piramidal, a Capela da Memória. A imagem foi aqui venerada de 1182 a 1377.

O terceiro santuário de Nossa Senhora da Nazaré, onde hoje se venera a Sagrada imagem, foi fundado pelo rei D. Fernando I, em 1377. Em inícios do século XVII começou a ser modificado, tendo-se prolongado as obras, faseadamente, até final do século XIX, época na qual, adquiriu a sua forma atual.

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Links relacionados: N.S.de Nazaré, Igreja de São Gião..

Fonte: Wikipédia.

Fotos: Panorâmio.

Nazaré - Portugal.

A Nazaré é uma vila portuguesa no distrito de Leiria, região Centro e sub-região do Oeste, com cerca de 10 100 habitantes.

É sede de um pequeno município com 80,49 km² de área e 15 060 habitantes (2001), subdividido em 3 freguesias. O município é rodeado a norte, leste e sul pelo município de Alcobaça e a oeste confina com o litoral do Oceano Atlântico.Nazaré_Brasão

O concelho teve foral em 1514. O município, a vila e a freguesia designaram-se Pederneira até 1912. A Pederneira é atualmente uma localidade da freguesia da Nazaré, mantendo ainda o edifício dos antigos Paços do Concelho, a igreja Matriz e a igreja da Misericórdia.

O topônimo da vila está ligado à Lenda da Nazaré.

Lenda sobre Nazaré

Fonte: Wikipédia

Mosteiro de Alcobaça.

O Mosteiro de Santa Maria de Alcobaça, também conhecido como Real Abadia de Santa Maria de Alcobaça ou mais simplesmente como Mosteiro de Alcobaça, é a primeira obra plenamente gótica erguida em solo português. Foi começado em 1178 pelos monges de Cister. Está classificado como Patrimônio da Humanidade pela UNESCO e como Monumento Nacional, desde 1910, IPPAR. Em 7 de Julho de 2007 foi eleito como uma das sete maravilhas de Portugal. Em 1834 os monges foram obrigados a abandonar o mosteiro, na sequência da expulsão de todas as ordens religiosas de Portugal por Joaquim António de Aguiar, um inimigo da Igreja.

História.

No fim do século X organizou-se em Cluny, na Borgonha, um novo mosteiro beneditino que procurava renovar a regra de S. Bento. As igrejas cluniacenses eram cheias de belos elementos decorativos. Contra estas manifestações de gosto pela beleza natural, insurgiu-se Bernardo de Claraval, que se recolhera em 1112 em Cister, donde saíra para fundar a Abadia de Claraval e animar mais uma reforma que restituísse à ordem de S. Bento todo o rigor inicial. Os religiosos de Cister deviam viver do seu trabalho, não acumular riquezas, e os mosteiros seriam edificados em lugares ermos, sem qualquer decoração. Enquanto D. Afonso Henriques se empenhava na Reconquista, chegaram ao território português os monges de Cister que fundaram o Mosteiro de São João Baptista de Tarouca em 1140.

Diz a lenda que o primeiro rei de Portugal doou parte das terras da região de Alcobaça a S. Bernardo, em cumprimento da promessa feita quando da conquista de Santarém. Se se comparar a planta do Mosteiro de Alcobaça com o da segunda igreja de Claraval, temos que tem o mesmo desenho base. É de cerca de 1152 a construção provisória do mosteiro, e é conhecida no mesmo ano uma referência ao seu abade e a respectiva carta de couto é do ano seguinte.

Os primeiros monges, monges brancos, tiveram uma ação civilizadora notável: em 1269 abrem a primeira escola pública. No tempo do geral Fr. Sebastião de Sotomaior tomaram grande incremento as oficinas de imaginária da Abadia. Também desempenharam ações de assistência e beneficência através da enfermaria e portaria.

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Links relacionados.

Fonte. Wikipédia.

Fotos. Panorâmio.

Mosteiro da Batalha.

O Mosteiro de Santa Maria da Vitória (mais conhecido como Mosteiro da Batalha) situa-se na Batalha, Portugal, e foi mandado edificar por D. João I como agradecimento à Virgem Maria pela vitória na Batalha de Aljubarrota. Este mosteiro dominicano foi construído ao longo de dois séculos, desde o início em 1386 até cerca de 1517, ao longo do reinado de sete reis de Portugal, embora desde 1388 já ali vivessem os primeiros dominicanos. Exemplo da arquitetura gótica tardia portuguesa, ou estilo manuelino, é considerado patrimônio mundial pela UNESCO, e em 7 de Julho de 2007 foi eleito como uma das sete maravilhas de Portugal. Em Portugal, o IPPAR ainda classifica-o como Monumento Nacional, desde 1910.

História.

No arranque das obras do Mosteiro da Batalha foi construído um pequeno templo, cujos vestígios eram ainda visíveis no princípio do século XIX. Era nesta edificação ― Santa Maria-a-Velha, também conhecida por Igreja Velha ― que se celebrava missa, dando apoio aos operários do estaleiro. Tratava-se de uma obra pobre, feita com escassos recursos.

Em traços esquemáticos conhece-se a evolução do estaleiro propriamente dito e o grau de avanço das obras. Sabe-se que ao projeto inicial corresponde a igreja, o claustro e as dependências monásticas inerentes, como a Sala do Capítulo, sacristia, refeitório e anexos. É um modelo que se assemelha ao adotado, em termos de orgânica interna, pelo grande mosteiro alcobacense.

A capela do Fundador, capela funerária, foi acrescentada a este projeto inicial pelo próprio rei D. João I, o mesmo acontecendo com a rotunda funerária conhecida por Capelas Imperfeitas, da iniciativa do rei D. Duarte.

O claustro menor e dependências adjacentes, ficaria a dever-se à iniciativa de D. Afonso V, sendo de notar o desinteresse de D. João II pela edificação. Voltaria a receber os favores reais com D. Manuel, mas somente até 1516-1517, ou seja, ate à sua decisão em favorecer decididamente a fábrica do Mosteiro dos Jerônimos.

O Mosteiro foi restaurado no Século XIX, sob a direção de Luís Mouzinho de Albuquerque, de acordo com a traça de Thomas Pitt, viajante inglês que estivera em Portugal nos fins do Século XVIII, e que dera a conhecer por toda a Europa o mosteiro através das suas gravuras. Neste restauro, o Mosteiro sofreu transformações mais ou menos profundas, designadamente pela destruição de dois claustros, junto das Capelas Imperfeitas e, num quadro de extinção das ordens religiosas em Portugal, pela remoção total dos símbolos religiosos, procurando tornar o Mosteiro num símbolo glorioso da Dinastia de Avis e, sobretudo, da sua primeira geração (a dita Ínclita Geração de Camões). Data dessa altura a atual configuração da Capela do Fundador e a vulgarização do termo Mosteiro da Batalha (celebrando Aljubarrota) em detrimento de Santa Maria da Vitória, numa tentativa de erradicar definitivamente as designações que lembrassem o passado religioso do edifício.

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Veja também este monumento em 3D. É simplesmente fantástico.

Batalha De Aljubarrota Youtube.

Fonte. Wikipédia.

Fotos. Panorâmio.

Santuário de Fátima.

O Santuário de Fátima, localizado na Cova da Iria, freguesia de Fátima (Portugal), é um dos mais importantes santuários marianos do Mundo.

Em 1917 (ano da revolução soviética), Jacinta Marto, Francisco Marto e Lúcia de Jesus (conhecidos por "os três pastorinhos"), presenciaram seis aparições de Nossa Senhora nos dias 13, de Maio a Outubro, tendo em Agosto acontecido no dia 19 (alguns autores defendem que foi dia 15). No essencial da mensagem, Nossa Senhora teria pedido que se rezasse o terço todos os dias, conversão, e penitência. Moita Redonda e Lomba de Égua, distando a poucos quilômetros da Cova da Iria, eram os lugares povoados mais próximos. Numa dessas aparições, a Virgem Maria pediu para construírem uma capela naquele lugar, que atualmente é a parte central do Santuário onde está guardada uma imagem de Nossa Senhora. No decorrer dos anos, o Santuário foi sendo expandido até aos dias de hoje, existindo já uma basílica e uma grande igreja, aumentando assim a capacidade de acolhimento de peregrinos em recinto coberto.

  O Santuário é composto principalmente pela Capelinha das Aparições, o Recinto/Esplanada do Rosário, a Basílica de Nossa Senhora do Rosário e colunatas, casa de retiros de Nossa Senhora do Carmo e Reitoria, casa de retiros de Nossa Senhora das Dores e albergue para doentes, praça Pio XII e Centro Pastoral Paulo VI, e também a vasta Igreja da Santíssima Trindade, inaugurada a 13 de Outubro de 2007. Destacam-se ainda a Capela do Lausperene (Laus Perene = Louvor Permanente) (onde está permanentemente exposto o Santíssimo Corpo de Cristo na Hóstia Consagrada) e a Capela da Reconciliação, dedicada à celebração do Sacramento da Reconciliação (Confissão).

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Fonte: Wikipédia.

Fátima (Ourém).

Fátima é uma cidade portuguesa, sede de freguesia, subdivisão do concelho de Ourém, com 71,29 km² de área e 7 756 habitantes (2004). Densidade: 144,5 hab/km². Pertence ao Distrito de Santarém, na região Centro (depois da extinta/antiga Vale do Tejo) e subregião do Médio Tejo.

A nível eclesiástico, a cidade é simultaneamente sede de diocese com a cidade de Leiria. O nome foi modificado pelo papa João Paulo II a 13 de Maio de 1984. A única paróquia existente na cidade tem como orago Nossa Senhora dos Prazeres. A freguesia da Serra, como era originalmente conhecida fora desmembrada da Colegiada de Ourém no ano de 1568.Fátima_Brasão

História.

O nome da cidade (antigamente aldeia e depois vila) vem do nome árabe Fatima (Fāţimah, Árabe: فاطمة ). Existe o conto não confirmado que a topônimo deriva de uma princesa moura local de nome Fatima que, depois de haver sido capturada pelo exército cristão durante a Reconquista, foi dada em casamento a um conde de Ourém. Aceitando o cristianismo, foi batizada recebendo o nome de Oriana em 1158. Às terras serranas o conde deu o nome de Terras de Fátima, em memória dos seus ancestrais, e ao condado o nome de Oriana, depois Ourém.

Tornou-se mundialmente conhecida pelas aparições marianas aos três pastorinhos (Lúcia, e seus primos Francisco Marto e Jacinta Marto), que aí tiveram lugar entre 13 de Maio e 13 de Outubro de 1917, no lugar da Cova da Iria. A construção do Santuário de Fátima trouxe desenvolvimento ao local, logrando ser elevada a cidade em 12 de Julho de 1997.

Fonte: Wikipédia.

sexta-feira, 7 de maio de 2010

Convento de Santa Clara-a-Nova – Coimbra.

O Convento de Santa Clara-a-Nova localiza-se na freguesia de Santa Clara na cidade de Coimbra, em Portugal. O convento foi construído no século XVII em substituição ao antigo mosteiro medieval de Santa Clara-a-Velha.

O mosteiro é um importante repositório de arte portuguesa dos séculos XIV a XVIII e alberga os restos da Rainha Santa Isabel, fundadora do mosteiCoimbra_Santa_Clararo original.

História.

O mosteiro de Santa Clara de Coimbra foi originalmente fundado nos inícios do século XIV, perto das margens do rio Mondego. Isabel de Aragão, rainha de Portugal e esposa de D. Dinis, foi a principal benfeitora do mosteiro nos seus inícios, tendo-o escolhido como lugar de seu sepultamento.

As constantes inundações de que era vítima o velho mosteiro levaram à decisão de construir outro edifício para a comunidade de Clarissa. Assim, as obras do atual mosteiro começaram em 1649, estando já a igreja e vários edifícios conventuais terminados em 1696, quando se mudaram as últimas monjas. O arquiteto responsável pelo projeto foi João Turriano, frade beneditino, engenheiro-mor do reino e professor de matemática da Universidade de Coimbra.

Na rica igreja maneirista, o lugar de honra cabe à urna de prata com óculos de cristal contendo o corpo incorrupto da Rainha Santa Isabel, instalado em 1696 e pago pelo povo de Coimbra. O túmulo original, uma única pedra, mandado fazer pela própria rainha, jaz no coro baixo, onde painéis de madeira policromática contam a história da sua vida.

O grande claustro construído pelo húngaro Carlos Mardel, foi pago por D. João V em 1733.

Fonte: Wikipédia.

Universidade de Coimbra.

A Universidade de Coimbra, sediada na cidade de Coimbra, é a mais antiga universidade portuguesa. A instituição, uma das maiores do país, remonta ao século seguinte ao da própria fundação da nação portuguesa, dado que foi criada no século XIII, em 1290, mais especificamente a 1 de Março, quando foi assinado em Leiria, por D. Dinis, o documento Scientiae thesaurus mirabilis, que criou a própria Universidade e pediu ao Papa a confirmação.
História.
A bula do Papa Nicolau IV, datada de 9 de Agosto de 1290, reconheceu o Estudo Geral, com as faculdades de Artes, Direito Canônico, Direito Civil e Medicina. Teologia foi reservada aos conventos Dominicanos e Franciscanos.A universidade, inicialmente instalada na zona do atual Largo do Carmo, em Lisboa, foi transferida para Coimbra, para o Paço Real da Alcáçova, em 1308. Em 1338 voltou para Lisboa, onde permaneceu até 1354, ano em que regressou para Coimbra. Ficou nesta cidade até 1377 e voltou de novo para Lisboa neste ano. Até 1537 permaneceu em Lisboa, data em que foi transferida definitivamente para Coimbra, por ordem de D. João III.
A Universidade recebeu os seus primeiros estatutos em 1309, com o nome Charta magna privilegiorum.
Os segundos estatutos foram outorgados no ano de 1431 (reinado de D. João I), com disposições sobre a frequência, exames, graus, propinas e ainda sobre o traje acadêmico. Já no reinado de D. Manuel I, em 1503, a Universidade recebeu os seus terceiros estatutos, desta vez com considerações sobre o reitor, disciplinas, salários dos mestres, provas acadêmicas e cerimônia do cato solene de doutoramento. Desde o reinado de D. Manuel I que todos os Reis de Portugal passaram a ter o título de «Protectores» da Universidade, podendo nomear os professores e emitir estatutos. O poder real (bastante mais centralizado a partir de D. João II) criava uma dependência da Universidade em relação ao Estado e à Política, pelo que a preponderância dos Estudos Jurídicos se estabeleceu em Portugal.
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Fonte: Wikipédia

Biblioteca Joanina – Coimbra.

A Biblioteca Joanina é uma biblioteca do século XVIII situada nas dependências da Universidade de Coimbra, no pátio da Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra. Apresenta um estilo marcadamente rococó, sendo reconhecida com uma das mais originais e espetaculares bibliotecas barrocas européias. Além de local de pesquisa de muitos estudiosos, o espaço é ainda frequentemente utilizado para concertos, exposições e outras manifestações culturais.

História.

Exterior da Biblioteca Joanina
A sua construção começou no ano de 1717, no exterior do primitivo perímetro islâmico, sobre o antigo cárcere do Paço Real, com o objetivo de albergar a biblioteca universitária de Coimbra, e foi concluída em 1728.

Apesar de ter sido construída no seguimento do projeto régio de reforma dos estudos universitários (consequência da difusão das correntes iluministas em Portugal), a Biblioteca Joanina é reconhecida como uma das mais originais e espetaculares bibliotecas barrocas européias.
O mestre de obras foi João Carvalho Ferreira. A decoração pintada só foi realizada alguns anos mais tarde, já nas vésperas da Reforma Pombalina: os frescos dos tetos e cimalhas foram executados por António Simões Ribeiro, pintor, e Vicente Nunes, dourador. O grande retrato do Rei é atribuído ao italiano Domenico Duprà e a pintura e douradura das estantes foi realizada por Manuel da Silva. O mobiliário, em madeiras exóticas, brasileiras e orientais, foi executado pelo entalhador Francesco Gualdini.
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Passeio Virtual - Imperdível.

Fonte: Wikipédia.
Fotos: Panorâmio.

Sé Velha de Coimbra

A Sé Velha de Coimbra é um dos edifícios em estilo românico mais importantes de Portugal. A construção da Sé começou em algum momento depois da Batalha de Ourique (1139), quando Afonso Henriques se declarou rei de Portugal e escolheu Coimbra como capital do reino. Na Sé está sepultado D. Sesnando, Conde de Coimbra.

História.

Coimbra (a Aeminium da época romana) é sede episcopal desde o século V, sucedendo a vizinha Conímbriga, invadida pelos Suevos em 468. Apesar da longa história, não há notícias precisas sobre a catedral de Coimbra desde a época germânica até a construção da Sé Velha. Em1139, após a decisiva Batalha de Ourique, Afonso Henriques decide financiar a construção de uma nova catedral, provavelmente devido à anterior estar muito deteriorada. As obras devem ter começado em tempos do bispo Bernardo (m. 1146), mas o impulso definitivo foi dado em 1162 com o bispo D. Miguel Salomão, que ajudou a financiar a construção da catedral.

Em 1182 as obras estavam adiantadas o suficiente para que o bispo Bernudos, sucessor de Miguel Salomão, fosse enterrado na nova Sé e, em 1185, foi coroado ali o segundo rei de Portugal, D. Sancho I. Os trabalhos principais terão terminado no início do século XIII, com as obras do claustro começando por volta de 1218, durante o reinado de D. Afonso II.

Atribui-se o projeto da Sé românica a mestre Roberto, de possível origem francesa, que dirigia a construção da Sé de Lisboa na mesma época e visitava Coimbra periodicamente. A direção das obras ficou a cargo de mestre Bernardo, também possivelmente francês, substituído por mestre Soeiro, um arquiteto que trabalhou depois em outras igrejas na diocese do Porto.

Obras importantes ocorreram no século XVI, quando se decoraram as naves com azulejos, se construiu a Porta Especiosa no lado Norte e se modificou o absidíolo Sul, mas o essencial do edifício românico foi mantido. Em 1772, vários anos após a expulsão dos Jesuítas pelo Marquês de Pombal, a sede episcopal foi transferida para a antiga Igreja Jesuíta (a Sé Nova de Coimbra).

Fonte: Wikipédia.

Fonte: Panorâmio.

Mosteiro de Santa Cruz – Coimbra.

O Mosteiro de Santa Cruz é um mosteiro da ordem dos Cônegos Regrantes de Santo Agostinho localizado em Coimbra, Portugal. Fundado em 1131, nele se encontram enterrados os dois primeiros reis de Portugal, D. Afonso Henriques e D. Sancho I. A qualidade das intervenções artísticas no Mosteiro de Santa Cruz, particularmente na época manuelina, fazem deste um dos principais monumentos históricos e artísticos de Portugal.

História.

A Igreja de Santa Cruz de Coimbra foi fundada em 1131 por D. Telo (São Teotônio) e 11 outros religiosos, que adotaram a regra dos Cônegos Regrantes de Santo Agostinho. A nova Igreja recebeu muitos privilégios papais e doações dos primeiros reis de Portugal, tornando-se a mais importante casa monástica do reino.

Sua escola foi uma das melhores instituições de ensino do Portugal medieval, tendo uma grande biblioteca (agora na Biblioteca Pública Municipal do Porto) e um cativo scriptorium. Nos tempos de D. Afonso Henriques, primeiro monarca português, o scriptorium de Santa Cruz foi usado como máquina de consolidação do poder real. A importância da Igreja é evidenciada pelo fato de que D. Afonso Henriques e seu sucessor, D. Sancho I, foram sepultados lá.

Na Idade Média, o mais famoso estudante da Igreja de Santa Cruz foi Fernando Martins de Bulhões, o futuro Santo António de Lisboa (ou Santo António de Pádua). Em 1220, o religioso assiste à chegada à Igreja dos restos mortais de cinco frades franciscanos martirizados em Marrocos (os Mártires de Marrocos), e decide fazer-se missionário e partir de Portugal.

No início do século XVI, o rei D. Manuel I ordena uma grande reforma, reconstruindo e redecorando a igreja e o mosteiro. Nessa época são transladados os restos de Afonso Henriques e Sancho I dos seus sarcófagos originais para novos túmulos decorados em estilo manuelino.

Entre 1530 e 1577 funcionou uma imprensa no claustro. É possível que o poeta Luís de Camões tenha estudado em Santa Cruz, uma vez que um parente seu (D. Bento de Camões) era prior do mosteiro na época, e há evidências em sua poesia de uma estadia em Coimbra.

Fonte: Wikipédia

FotosPanorâmio.

quinta-feira, 6 de maio de 2010

Coimbra.

Coimbra é uma cidade portuguesa, capital do Distrito de Coimbra, principal cidade da região Centro de Portugal e situada na sub-região do Baixo Mondego, com cerca de 101 069 habitantes.

Cidade historicamente de estudantes, conta atualmente com perto de 30 mil estudantes, grande parte dos mesmos de fora, somando-se ainda cerca de 40 a 45 mil entradas de população que reside em concelhos periféricos, resulta uma população flutuante de aproximadamente 220.000 pessoas. É o centro da Área Metropolitana de Coimbra.

Banhada pelo rio Mondego, Coimbra é sede de um município com 319,41 km² de área e 135 314 habitantes (2008), subdividido em 31 freguesias, 13 das quais urbanas ou maioritariamente urbanas.Coimbra_Brasão

O município é limitado a norte pelo município de Mealhada, a leste por Penacova, Vila Nova de Poiares e Miranda do Corvo, a sul por Condeixa-a-Nova, a oeste por Montemor-o-Velho e a noroeste por Cantanhede.

É considerada uma das mais importantes cidades portuguesas, devido a infraestruturas, organizações e empresas que detém e que servem toda a população, que a sua importância histórica e privilegiada posição geográfica na região centro, lhe possibilitou centralizar. Os Hospitais da Universidade de Coimbra, o Hospital dos Covões e a Universidade de Coimbra são três grandes exemplos.

O feriado municipal ocorre a 4 de Julho, em memória da Rainha Santa Isabel, padroeira da cidade.

Foi Capital Nacional da Cultura em 2003 e é uma das cidades mais antigas de Portugal, tendo sido capital do Reino, e apresenta como principal ex-libris a sua Universidade, a mais antiga de Portugal e dos países de língua portuguesa, e uma das mais antigas da Europa.

História.

Cidade de ruas estreitas, pátios, escadinhas e arcos medievais, Coimbra foi berço de nascimento de seis reis de Portugal, da Primeira Dinastia, assim como da primeira Universidade do País e uma das mais antigas da Europa.

Os Romanos chamaram à cidade, que se erguia pela colina sobre o Rio Mondego, Aeminium. Mais tarde, com o aumento da sua importância passou a ser sede de Diocese, substituindo a cidade romana de Conímbriga, donde derivou o seu novo nome. Em 711 os mouros chegaram à Península Ibérica e a cidade passa a chamar-se Kulūmriyya, tornando-se num importante entreposto comercial entre o norte cristão e o sul árabe, com uma forte comunidade moçárabe. Em 871 torna-se Condado de Coimbra mas apenas em 1064 a cidade é definitivamente reconquistada por Fernando Magno de Leão.

Coimbra renasce e torna-se a cidade mais importante abaixo do rio Douro, capital de um vasto condado governado pelo moçárabe Sesnando. Com o Condado Portucalense, o conde D. Henrique e a rainha D. Teresa fazem dela a sua residência, e viria a ser na segurança das suas muralhas que iria nascer o primeiro rei de Portugal, D. Afonso Henriques, que faz dela a capital do condado, substituindo Guimarães (é aliás esta mudança da capital para os campos do Mondego que se virá a revelar vital para viabilizar a independência do novo país, a todos os níveis: econômico, político e social). Qualidade que Coimbra conservará até 1255, quando a capital passa a ser Lisboa.

No século XII, Coimbra apresentava já uma estrutura urbana, dividida entre a cidade alta, designada por Alta ou Almedina, onde viviam os aristocratas, os clérigos e, mais tarde, os estudantes, e a Baixa, do comércio, do artesanato e dos bairros ribeirinhos.

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Fonte: Wikipédia.

Igreja de São Gonçalo – Amarante.

A Igreja de São Gonçalo foi fundada por São Gonçalo de Amarante. Esta obra encontra-se no centro da cidade de Amarante, Portugal.

Em 1540, foi transformada num grande mosteiro com a construção de um convento dominicano em honra de São Gonçalo, com autorização e ajuda de D. João III e de sua mulher, a Rainha Dª Catarina.

A edificação da Igreja e do Convento terminou na época de Filipe I, antes de 1600. A construção do pórtico e da Varanda dos Reis iniciou-se a 12 de Outubro de 1683.

A Ponte de São Gonçalo sobre o Rio Tâmega, juntamente com a Igreja de São Gonçalo, representam o epicentro do centro histórico da cidade de Amarante.

Primitivamente, supõe-se ter existido neste local uma ponte de origem romana, dado ser este o traçado da estrada romana que passaria em Amarante em direção a Guimarães e Braga.

No entanto, por volta do ano 1250, São Gonçalo terá construído ou reconstruído esta ponte.

Em 10 de Fevereiro de 1763, essa ponte, com um cruzeiro a meio, desmoronou-se devido a uma cheia do Rio Tâmega. O cruzeiro, ou Senhor da Boa Passagem, foi retirado uma hora antes deste acontecimento histórico e mais tarde colocado na janela de um recanto da Igreja de São Gonçalo, ficando a Mãe de Deus a proteger o trânsito. É a imagem da Senhora da Ponte.

Em 1782, foi iniciada a reconstrução da ponte, com projeto de Carlos Amarante, e aberta ao trânsito em 1790. No ano de 1791 completaram-na com quatro belas e artísticas pirâmides, dois adornos em forma de urna eleitoral e um assento circular em cada meia laranja.

Em 1809, foi ainda palco da Defesa da Ponte de Amarante, episódio resultante das invasões francesas.

Está classificada como Monumento Nacional desde 1910.

Fonte: Wikipédia

Fotos: Panorâmio.

Amarante.

Amarante é uma cidade portuguesa pertencente ao Distrito do Porto, região Norte e sub-região do Tâmega, com cerca de 11 261 habitantes, sendo assim a 81ª maior cidade do país, em termos demográficos.

É sede de um município com 301,4 km² de área e 61 582 habitantes (2008), subdividido em 40 freguesias. O município é limitado a norte pelo município de Celorico de Basto, a nordeste por Mondim de Basto, a leste por Vila Real e por Santa Marta de Penaguião, a sul por Baião, Marco de Canaveses e Penafiel, a oeste por Lousada e a noroeste por Felgueiras.Amarante_Brasão

No contexto de políticas sub-regionais de desenvolvimento e de mobilidade, é membro da Comunidade Urbana (ComUrb) do Baixo Tâmega, constituída por 7 municípios, que no seu total contabilizam 198 058 habitantes em 2001, sendo Amarante também a sua capital.

O comércio e o serviços centram-se principalmente na cidade de Amarante e em Vila Meã, que constituem os dois principais núcleos urbanos do concelho. O atual presidente da Câmara Municipal de Amarante é Armindo Abreu, do Partido Socialista.

História.

Amarante teve provavelmente a sua origem nos povos primitivos que habitaram a serra da Aboboreira (habitada desde a Idade da Pedra), embora se desconheça exatamente o nome dos seus fundadores. Contudo, só começou a adquirir importância e visibilidade após a chegada de São Gonçalo (1187-1259), nascido em Tagilde, Guimarães, que aqui se fixou depois de peregrinar por Roma e Jerusalém. A este santo se atribui a construção da velha ponte sobre o Rio Tâmega.

Amarante torna-se alvo de peregrinações e a povoação foi crescendo. Já no Século XVI, D. João III ordena a construção do Mosteiro de São Gonçalo sobre a capela junto à ponte sobre o Rio Tâmega, onde segundo a tradição São Gonçalo terá vivido e foi sepultado.

Em 1763, ocorre a derrocada da velha Ponte de São Gonçalo devido às cheias do Rio Tâmega. Nos anos seguintes foi reconstruída com o aspecto que ainda hoje apresenta.

No início do Século XIX, Napoleão Bonaparte tenta invadir Portugal e sobre Amarante passaram também estas invasões francesas, sendo palco do heróico episódio da Defesa da Ponte de Amarante que valeu ao General Silveira o título de Conde de Amarante e a própria vila de Amarante teve a honra de ser agraciada com o colar da Ordem Militar da Torre e Espada que reflete no seu brasão municipal. Após este episódio criam-se planos para a reconstrução da vila, pois os franceses tinham incendiado quase a totalidade das casas.

As reformas liberais do séc. XIX reorganizaram administrativamente o território e em 1855 extinguiram-se os municípios de Gouveia,Gestaço e Santa Cruz de Ribatâmega, tendo o de Amarante recebido a maioria das suas freguesias e ainda algumas de Celorico de Basto.

O apogeu cultural dá-se nos inícios do Século XX, graças a amarantinos como Teixeira de Pascoaes nas letras e Amadeo de Souza-Cardoso na pintura.

Amarante adquiriu estatuto de cidade a 8 de Julho de 1985, sendo esta também a data do seu feriado municipal.

Fonte: Wikipédia.

Fotos: Panorâmio.

Paço dos Duques de Bragança - Guimarães.

O Paço dos Duques de Bragança (tipicamente designado de apenas Paço dos Duques) foi construído no século XV, em Guimarães, por D. Afonso, 1º. duque de Bragança, e o estilo borgonhês deste palácio reflete os seus gostos, adquiridos nas viagens pela Europa, ainda que o aspecto atual tenha sido recriado, de forma polêmica, durante o Estado Novo.

Guimarães_Palácio_Duques_III Guimarães_Palácio_Duques_I Guimarães_Palácio_Duques_II

O palácio ficou vazio quando a família dos Braganças se mudou para Vila Viçosa (para o Paço Ducal de Vila Viçosa). Durante este espaço de tempo, o edifício foi sendo pilhado e perdendo gradualmente a forma original que permanece ignorada. Em 1933, sob a governo de Salazar, foi transformado em residência oficial do presidente depois da sua controversa recuperação.

Algumas salas no seu interior compõem um museu, onde se podem destacar belos tapetes persas, tapeçarias flamengas (sobre as conquistas do Norte de África) e pinturas tais como o impressionante Cordeiro Pascal de Josefa de Óbidos ou o retrato de Catarina de Bragança. Prestando a habitual homenagem às proezas marítimas dos portugueses, o teto da sala de banquetes imita o casco virado de uma Caravela.

Fonte: Wikipédia

Fotos: Panorâmio.

Castelo de Guimarães.

O Castelo de Guimarães localiza-se na freguesia de Oliveira do Castelo, cidade e Concelho de Guimarães, no Distrito de Braga, em Portugal.

Em posição dominante, sobranceiro ao Campo de São Mamede, este monumento encontra-se ligado à fundação do Condado Portucalense e às lutas da independência de Portugal, sendo designado popularmente como berço da nacionalidade.

Classificado como Monumento Nacional, em 2007 foi eleito informalmente como uma das Sete maravilhas de Portugal.

História

No contexto da Reconquista cristã da península Ibérica, os domínios de Vimaranes foram outorgados, em fins do século IX, a um cavaleiro de suposta origem castelhana, de nome Diogo Fernandes, que nelas veio a se estabelecer.

Uma de suas filhas, de nome Mumadona Dias, desposou o poderoso conde Hermenegildo Gonçalves, vindo a governar, desde meados do século X até ao terceiro quartel do século XI, os domínios de Portucale. Mumadona enviuvou por volta de 928, entrando na posse de vastos domínios, divididos em Julho de 950 com os seus seis filhos. Nesse momento, por inspiração piedosa, fundou, na parte baixa da povoação de Vimaranes um mosteiro, ao qual veio a fazer, mais tarde, uma vultosa doação de terras, gado, rendas, objetos de culto e livros religiosos (26 de Janeiro de 959).

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Fonte: Wikipédia.

Fotos: Panorâmio.

Guimarães.

Guimarães é uma cidade portuguesa situada no Distrito de Braga, região Norte e sub-região do Ave (uma das sub-regiões mais industrializadas do país), com uma população de 162 636 habitantes, repartidos por uma malha urbana de 23,5 km², em 20 freguesias e com uma densidade populacional de 2 223,9 hab\km².

É sede de um município com 241,05 km² de área e 162 636 habitantes (2008), subdividido em 69 freguesias, sendo que a maioria da população reside na cidade e na sua zona periférica. O município é limitado a norte pelo município de Póvoa de Lanhoso, a leste por Fafe, a sul por Felgueiras, Vizela e Santo Tirso, a oeste por Vila Nova de Famalicão e a noroeste por Braga.Guimarães_Brasão

É uma cidade histórica, com um papel crucial na formação de Portugal, e que conta já com mais de um milênio desde a sua formação, altura em que era designada como Vimaranes

Guimarães é uma das mais importantes cidades históricas do país, sendo o seu centro histórico considerado Patrimônio Cultural da Humanidade, tornando-a definitivamente um dos maiores centros turísticos da região. As suas ruas e monumentos respiram história e encantam quem a visita.

A Guimarães atual soube conciliar, da melhor forma, a história e consequente manutenção do patrimônio com o dinamismo e empreendedorismo que caracterizam as cidades modernas.

Guimarães é muitas vezes designada como "Cidade Berço", devido ao facto aí ter sido estabelecido o centro administrativo do Condado Portucalense por D. Henrique e por seu filho D. Afonso Henriques poder ter nascido nesta cidade e fundamentalmente pela importância histórica que a Batalha de São Mamede, travada na periferia da cidade em 24 de Junho de 1128, teve para a formação da nacionalidade. Contudo, as necessidades da Reconquista e de proteção de territórios a sul levou esse mesmo centro para Coimbra em 1129.

Os "Vimaranenses" são orgulhosamente tratados por "Conquistadores", fruto dessa herança histórica de conquista iniciada precisamente em Guimarães.

Fonte: Wikipédia

quarta-feira, 5 de maio de 2010

Praça da Ribeira – Porto.

A Praça da Ribeira é um largo histórico, localizado numa das zonas mais antigas e típicas da cidade do Porto, em Portugal.
Considerada uma das mais antigas praças da cidade, a Praça e o Cais da Ribeira já eram mencionados em cartas régias de 1389. De origem medieval, quando ali já existia uma grande actividade económica, devido à presença de um porto de rio, foi uma zona de intenso comércio, com tendas de venda e uma lota do peixe. Em 1491, houve um grande incêndio na zona, ao qual se sucedeu um processo de reconstrução, tendo-se optado por casas com colunas abertas sobre o rio e por lajear o piso da praça.
Situada num ponto fulcral para o desenvolvimento comercial, a Praça da Ribeira sempre mereceu a atenção das autoridades responsáveis pelo urbanismo e pela gestão da cidade, pelo que não podia passar desapercebida a João de Almada e Melo que, no século XVIII, a reformulou.Porto_Praça_Do_Ribeira
Originalmente o projeto contemplava uma praça retangular fechada a nascente, sul e poente e aberta a norte para as ruas de São João e dos Mercadores. Do lado do rio (sul), nas Muralhas Fernandinas seriam abertos arcos para permitirem o acesso fácil ao cais e à Ponte das Barcas.
O plano almadino apenas foi concretizado nas frentes norte — com a monumental Fonte da Praça da Ribeira — e poente. A sul, a muralha acabou por ser derrubada em 1821 e a nascente, as construções medievais sobrevivem até hoje.
Na década de 1980 foram feitas intervenções arqueológicas no local pondo a descoberto, no centro da praça, um chafariz do século XVII. Reconstruído no seu local de origem, o chafariz foi coroado por uma peça escultórica da autoria de José Rodrigues, conhecida vulgarmente por "Cubo da Ribeira".
A 24 de Junho de 2000 foi inaugurada, no nicho da Fonte da Praça da Ribeira, uma estátua de São João Baptista, da autoria do escultor João Cutileiro.
Atualmente a Praça da Ribeira é um lugar de visita indispensável a quem passa pela cidade, dispondo de muitos espaços de animação noturna, onde os jovens da cidade se encontram para longas noites de diversão.
Fonte: Wikipédia.
Foto: Panorâmio.

Sé do Porto

A Catedral (Sé) da cidade do Porto, situada no coração do centro histórico, é um dos seus principais e mais antigos monumentos.

O início da sua construção data da primeira metade do século XII, e prolongou-se até ao princípio do século XIII. Esse primeiro edifício, em estilo românico, sofreu muitas alterações ao longo dos séculos. Da época românica datam o caráter geral da fachada com as torres e a bela rosácea, além do corpo da igreja de três naves coberto por abóbada de canhão. A abóbada da nave central é sustentada por arcobotantes, sendo a Sé do Porto um dos primeiros edifícios portugueses em que se utilizou esse elemento arquitetônico.

Na época gótica construiu-se a capela funerária de João Gordo (cerca de 1333), cavaleiro da Ordem dos Hospitalários e colaborador de D. Dinis, sepultado em um túmulo com jacente. Também da época gótica data o claustro (séc XIV-XV), construído no reinado de D. João I. Este rei casou-se com D. Filipa de Lencastre na Sé do Porto em 1387.

O exterior da Sé foi muito modificado na época barroca. Cerca de 1772 construiu-se um novo portal em substituição ao românico original. As balaustradas e cúpulas das torres também são barrocas. Cerca de 1736, o arquiteto italiano Nicolau Nasoni adicionou uma bela galilé barroca à fachada lateral da Sé.

Fonte: Wikipédia.

Ponte Dom Luís I – Porto.

História

Na segunda metade do século XIX, o comércio progredia na cidade do Porto. As fábricas espalhavam-se por todo o bairro oriental da cidade, dito brasileiro. O tráfego para Gaia e Lisboa crescia a olhos vistos, e a bela Ponte Pênsil não chegava para uma circulação eficaz.Porto_Ponte_Dom_Luiz_III

Por proposta de Lei de 11 de Fevereiro de 1879, o Governo determinou a abertura de concurso para a “construção de uma ponte metálica sobre o rio Douro, no local que se julgar mais conveniente em frente da cidade do Porto, para a substituição da atual ponte pênsil”. após o governo não ter aceitado um projecto da firma G. Eiffel et Cie. que só contemplava um tabuleiro ao nível da ribeira, com sector levadiço na parte central. Um projecto que mereceu um Grande Prêmio na Exposição Universal de Paris de 1878, mas não servia para uma eficaz ligação entre os núcleos urbanos do Porto e Gaia. Por isso aquele concurso impôs como premissa necessária à concepção de uma ponte de dois tabuleiros.

Porto_Ponte_Dom_Luiz_I

   Apresentaram-se numerosos concorrentes: Société de Braine Leconte, Société des Batignolles (duas soluções), G. Eiffel et Cie., Auguste LeCoq. Andrew Handyside, Société de Willebroek (duas soluções) e John Wixon. Foi vencedora a proposta da empresa belga Société de Willebroeck, com projecto do Engenheiro Teófilo Seyrig, que já tinha sido o autor da concepção e chefe da equipa de projecto da Ponte D. Maria Pia. Teófilo Seyrig, enquanto sócio de Gustave Eiffel, assina como único responsável a nova e grandiosa Ponte Luís I. A construção inicia-se em 1881 e a inauguração acontece a 31 de Outubro de 1886.

A estrutura da nova ponte, verdadeira filigrana de ferro que passou a ser, juntamente com a Torre dos Clérigos, o ex-libris por excelência do Porto, pesava no seu conjunto 3.045 toneladas. A ponte ficou iluminada por meio de artísticos candeeiros de gás, 24 no tabuleiro superior, 8 no inferior e 8 nos encontros.

Atualmente o seu tabuleiro superior serve a Linha D do Metro do Porto e o tabuleiro inferior para peões e veículos automóveis.

Fonte: Wikipédia.

Fotos: Panorâmio.

Mosteiro da Serra do Pilar – Porto.

O Mosteiro da Serra do Pilar é um monumento histórico de Gaia.

O projecto inicial teve a direcção de Diogo de Castilho e João de Ruão, e o inicio da sua construção deu-se em 1538, tendo terminado em 1670, com a conclusão da igreja de Nossa Senhora do Pilar. No inicio, por ordem do Rei D. João III, o Reformador de Santa Cruz de Coimbra e o Prior-Mor D. Bento de Abrantes, o mosteiro foi criado com o intuito e albergar os Frades Agostinhos do Mosteiro de GrijóPorto_Mosteiro_Serra_do_Pilar

Mais tarde, durante a Guerra Civil de 1832-1834, o exercito liberal instalou-se no mosteiro, defendendo as suas tropas que se encontravam sitiadas na cidade do Porto. Fruto da violência da guerra, e dos ataques constantes que sofreu, o mosteiro ficou num estado deplorável de ruína e abandono, até que em 1834, com a criação da Real Irmandade de Nossa Senhora do Pilar,e posteriormente do Grupo de Amigos do Mosteiro da Serra do Pilar, em 1925, forma recuperando o conjunto museológico.

Fonte: Wikipédia.

Funicular dos Guindais – Porto.

O Funicular dos Guindais é uma ferrovia ligeira que se localiza na cidade do Porto, em Portugal, e liga a Praça da Batalha à Praça da Ribeira (Av. Gustave Eiffel).

História.

O funicular original, projetado por Raul Mesnier, foi inaugurado em 4 de Junho de 1891, e fechou dois anos depois devido a um grave acidente em 5 de Junho de 1893. Foi totalmente reprojetado pelo mesmo engenheiro, na tentativa de o repor em funcionamento, o que nunca chegou a acontecer.

Porto_Funicular_Dos_Guindais

No âmbito do empreendimento PORTO 2001 / Capital Européia de Cultura, foi a idéia aproveitada e projetado para o mesmo local um novo funicular. Do equipamento original praticamente não foram encontrados vestígios.

A concretização foi da responsabilidade do Arq.º Adalberto Dias e da empresa POMA detentora da tecnologia, para além de outros projetistas e empreiteiro geral.

Assim, um século depois, um moderno funicular abriu a 19 de Fevereiro de 2004. É operado pelo Metro do Porto. Para viajar é necessário de um título Andante Z2.

Mais de que um simples meio de transporte, o funicular dos Guindais significa uma excelente oportunidade de fazer um passeio turístico entre duas zonas monumentais da cidade Invicta.

Fonte: Wikipédia.

Muralhas Fernandinas – Porto.

Muralhas Fernandinas é o nome pela qual ficou conhecida a cintura medieval de muralhas do Porto, em Portugal, da qual somente pequenas partes sobreviveram até aos nossos dias.

Cerca Nova e Muralha Gótica são outras designações que se aplicam às Muralhas Fernandinas mas que, apesar de cientificamente mais corretas, são menos correntes.

História

Durante o século XIV, o Porto teve uma grande expansão urbana para fora do seu núcleo inicial do morro da Pena Ventosa, em torno da sé, protegido pela Cerca Velha, construída em cima do muro original romano. Este surto de povoamento foi particularmente notável na margem ribeirinha do Douro, refletindo a crescente importância das atividades comerciais e marítimas.

Porto_Muralhas_Fernandinas

A cidade sente, assim, necessidade de um espaço amuralhado mais vasto que o da Cerca Velha. Os primeiros a apresentarem essa reivindicação foram burgueses com casas e negócios extramuros e portanto menos protegidos.

Em meados desse século, ainda no tempo de D. Afonso IV, começou a ser construída uma nova cintura de muralhas que ficou praticamente concluída por volta de 1370. O facto da obra só ter sido concluída no reinado de D. Fernando, explica o facto dela ser correntemente designada por "Muralha Fernandina".

Passada a sua importância militar, as muralhas começaram a ser progressivamente demolidas a partir da segunda metade do século XVIII para dar lugar a novos arruamentos, praças e edifícios. A maioria da muralha foi demolida já em finais do século XIX. Os troços sobreviventes das Muralhas Fernandinas foram classificados como "monumentos nacionais" em 1926.

Fonte: Wikipédia.

Ponte do Infante - Porto

A Ponte do Infante é uma ponte rodoviária que liga Vila Nova de Gaia ao Porto, sobre o rio Douro, em Portugal.

Batizada em honra do Infante D. Henrique, nascido no Porto, é a mais recente e, segundo muitos, a mais esbelta ponte que liga Porto e Gaia. Foi construída para substituir o tabuleiro superior da Ponte Luís I, entretanto convertida para uso da "Linha Amarela" (Hospital de São João/D.João II) do Metro do Porto.

Foi construída pouco a montante da Ponte Dom Luís I, em plena zona histórica, ligando as Fontainhas (Porto) à Serra do Pilar (Vila Nova de Gaia).

O engenheiro António Adão da Fonseca, juntamente com a sua equipa, foi o responsável pelo projeto desta ponte de 371 metros de extensão e 20 metros de largura, com duas vias de rodagem em cada sentido. Tem um separador central com 1 m de largura e passeios laterais de 3 m com guarda de segurança e guarda corpos. A iluminação está colocada à cota baixa, permitindo uma perfeita iluminação da via, sem sombras.

Dotada de um arco em betão armado de 280 metros, a nova travessia demorou 27 meses a ser construída e implicou um investimento de 14 milhões de euros.

A ponte é constituída por uma viga caixão com 4,5 m de altura apoiada num arco flexível com 1,50 m de espessura. Trata-se de uma ponte à cota alta com uma extensão de 371 m e 20 m de largura no tabuleiro. Apresenta uma solução de arco semelhante à adaptada pelo engenheiro suíço Robert Maillart nas suas pontes alpinas, com uma flecha entre os fechos e o arranque do arco de 25 m para um vão de arco com 280 m (relação vão/flecha de 11,2), o que, como já vem sendo tradição nas pontes entre o Porto e Gaia, constituiu um recorde mundial nesta tipologia de pontes e serviu de referência a inúmeras pontes posteriormente construídas.

Fonte: Wikipédia

Convento dos Grilos.

A Igreja e Colégio de São Lourenço, popularmente conhecida pela Igreja dos Grilos, é um conjunto de edifícios religiosos na cidade do Porto, em Portugal.

Construídos pelos jesuítas em 1577 em estilo maneirista barroco-jesuítico, financiados por doações de fiéis, assim como de Frei Luís Álvaro de Távora, aqui sepultado, a Igreja e o Convento de São Lourenço foram erguidos com forte oposição da câmara e da população. No entanto, os seguidores de Santo Inácio de Loyola acabaram por conseguir fundar o tão ambicionado colégio com aulas gratuitas, o que conquistou rapidamente um notável êxito.OLYMPUS DIGITAL CAMERA

A oposição da população não era dirigida aos jesuítas, mas ao colégio que pretendiam instituir devido aos privilégios que os cidadãos tinham que impediam a permanência de nobres e fidalgos dentro da cidade, por um período superior a três dias. Assim sendo o colégio que seria construído, chamaria filhos de nobre e fidalgos que obrigatoriamente teriam de residir na cidade, mas através de algumas artimanhas dos religiosos a oposição dos burgueses foi ultrapassada.

Com a expulsão dos jesuítas em 1759, por ordem do Marquês de Pombal, a igreja foi doada à Universidade de Coimbra até a sua compra pelos Frades Descalços de Santo Agostinho que ali ficaram de 1780 a 1832. Estes frades vieram de Espanha em 1663, instalando-se inicialmente em Lisboa, no sítio do Grilo, onde rapidamente ganharam a simpatia da povoação, ganhando o nome de "frades-grilos", dando assim o nome a igreja onde estiveram no Porto.

Durante o Cerco do Porto, os frades viram-se obrigados a abandonar o convento, tendo este sido ocupado pelas tropas liberais de D. Pedro. O Batalhão Acadêmico, integrando Almeida Garrett, instalou-se lá. Hoje o conjunto é pertencente ao Seminário Maior que o ocupa desde 1834.

Fonte: Wikipédia

Évora – Portugal.

Évora é uma cidade portuguesa, capital do Distrito de Évora, e situada na região Alentejo e sub-região do Alentejo Central, com uma população de cerca de 41 159 habitantes.

É sede de um dos maiores municípios de Portugal, com 1307,04 km² de área e 54.780 habitantes (2008), subdividido em 19 freguesias. O município é limitado a norte pelo município de Arraiolos, a nordeste por Estremoz, a leste pelo Redondo, a sueste por Reguengos de Monsaraz, a sul por Portel, a sudoeste por Viana do Alentejo e a oeste por Montemor-o-Novo. É sede de distrito e de antiga diocese, sendo metrópole eclesiástica (Arquidiocese de Évora).

Fonte: Wikipédia.

Fotos: Panorâmio.

Algarve – Portugal.

O Algarve constitui uma das regiões turísticas mais importantes de Portugal e da Europa. O seu clima temperado mediterrânico, caracterizado por Invernos amenos e curtos e Verões longos, quentes e secos, as águas tépidas e calmas que banham a sua costa sul, as suas paisagens naturais, o patrimônio histórico e etnográfico ou a sua deliciosa e saudável gastronomia são atributos que atraem milhões de turistas nacionais e estrangeiros todos os anos e que fazem do Algarve uma das províncias mais ricas e desenvolvidas do país.

Durante séculos, foi ponto de passagem para vários povos, incluindo os Tartessos, Fenícios, Gregos e Cartagineses. Fez parte do vasto Império Romano, ostentando cidades relevantes como Balsa e Ossónoba, e durante cerca de cinco século esteve sob o domínio dos povos islâmicos, atingindo um elevado esplendor cultural e econômico. Terminada a conquista da região durante o reinado de D. Afonso III, o antigo Al-Gharb mourisco foi incluído no reino cristão mais ocidental da Península Ibérica, entrando numa certa decadência que seria interrompida já no século XV pela odisséia da exploração da costa africana e da conquista das praças marroquinas, sob o comando do Infante D. Henrique. Com o fim da presença lusitana nas praças africanas, a região entrou novamente numa certa decadência, acentuada pela destruição imposta pelo terramoto de 1 de Novembro de 1755. Posteriormente, o Algarve iniciou o século XX como uma região rural, periférica, com uma economia baseada na cultura de frutos secos, na pesca e na indústria conserveira. Contudo, a partir dos anos 60, dá-se a explosão da indústria do turismo, mudando assim por completo a sua estrutura social e econômica.

Desde os alvores do reino, constituiu uma região bem delimitada e individualizada, não só em termos geográficos mas também do ponto de vista indenitário, com características históricas, climáticas, etnográficas, arquitetônicas, gastronômicas e econômicas muito próprias.

Atualmente, o turismo constitui o motor econômico do Algarve. A antiga província tradicional possui algumas das melhores praias do Sul da Europa, e condições excepcionais para a prática de atividades e desportos ao ar livre.

Fonte: Wikipédia.

Fotos: Panorâmio.

Carvoeiro (Lagoa).

História

Com uma história antiga, esta pitoresca povoação de pescadores tem crescido nos últimos anos como centro nevrálgico do turismo neste conselho. Situada a cerca de 5 km da cidade de Lagoa, Carvoeiro oferece um conjunto de pequenas praias recortadas pelas arribas rochosas, com águas límpidas e areias finas, formando locais paradisíacos de veraneio que se tornam adequados ao turismo residencial que tem despontado nos últimos tempos.
Na verdade, já desde tempos imemoriais que Carvoeiro foi alvo de várias atenções civilizacionais. Neste magnífico trecho da costa algarvia, onde a Natureza fez prodígios, o mar foi última morada para romanos, vítimas de batalhas navais e tempestades, cujos vestígios encontrados (um cepo romano e uma âncora) nos comprovam a sua presença.
Hotel Ninho das Gaivotas.
Como consequência dos frequentes assaltos de pirataria, várias batalhas foram travadas ao longo da costa, nomeadamente a batalha ocorrida em 1544 entre a esquadra de D. Pedro da Cunha e o Corsário Turco Xarramet.
Segundo fontes históricas, o atual topônimo da vila teria derivado do vocábulo “Caboiere”, antigo lugarejo de pescadores de origem árabe-medieval, que resistindo aos sinais do tempo, conseguiu vingar.
A pesca, foi, desde tempos longínquos, o sustento e o ganha pão destas paragens solitárias.
À semelhança do que aconteceu com outras freguesias do concelho, Carvoeiro também acompanhou a expansão da Indústria Conserveira, responsável pela geração de inúmeros postos de trabalho e riqueza, enquanto laborou em pleno.
Porém, a partir da década de 60, as excelentes condições naturais, permitiram o surto turístico e concomitantemente o desenvolvimento de outras atividades a ele afetas.
As paragens solitárias tornaram-se buliçosas, atrativas, cheias de gente dos mais variados países que em férias ou em negócios vão afluindo cada vez em maior número.
Carvoeiro representa uma opção particularmente atrativa no que se refere à prática do turismo de “Sol e Praia”, golfe e desportos náuticos. O recorte da costa, a qualidade das águas, a amenidade climática, a notoriedade dos campos de golfe, as acessibilidades e infra estruturas criadas e a correta ocupação do solo em termos de ordenamento, conferem a Carvoeiro as condições necessárias para que se afirme como um dos destinos de qualidade no concelho, procurado por turistas nacionais e estrangeiros.
O sítio do Algar Seco é um verdadeiro ex-líbris desta freguesia, pelo conjunto harmonioso das suas rochas que formam autênticas varandas e janelas naturais sobre o mar.
Caminhar junto ao mar é dos passeios mais belos que se pode aconselhar a quem visita Carvoeiro descobrindo não só a beleza das praias mas apreciando também os testemunhos que a história deixou no seu patrimônio arquitetônico, um portal da antiga fortaleza, obra mandada edificar no ano de 1670 e a Ermida de Nª Sra. da Encarnação, uma capela sobranceira ao mar e que se supõe de construção anterior à edificação da fortaleza.
Fonte: Wikipédia.
Foto: Panorâmio.
Relacionamento: Albufeira.